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O nosso objetivo é levar a Luiza a fazer o tratamento com células tronco na China!Conto com todos para angariarmos fundos e juntos realizar o sonho do nosso pingo de luz que é andar!
O valor do tratamento de células tronco na China é de aproximadamente 32.300 dólares (para 8 aplicações que é o máximo) fora despesas extras ... Precisamos da sua ajuda sem você nada poderá ser realizado!

Saiba mais sobre o tratamento: http://tratamentocomcelulastronco.com/


quinta-feira, 8 de março de 2012

A esperança da célula-tronco chega a mais brasileiros


Olha que maravilha esta chegando a nós brasileiros !!!! Basta saber claramente como se inscrever e quais critérios utilizados para escolha . 

Pq até agora não testaram em crianças ? Sendo que as crianças que ainda não estão tão atrofiadas tema  perspectiva de uma evolução mais rápida e eficaz , não acham?? 

Tatiane Lino 


Estudo pioneiro que fez ex-policial paraplégico voltar a andar será repetido em oito centros no País, levando a promessa de recuperação a dezenas de outros pacientes
Monique Oliveira
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"Não desistam! Caí de uma laje há nove anos e fui obrigado a aceitar que nunca
mais voltaria a andar. Mas não me descuidei e continuei com a fisioterapia. Hoje,
vejo que todo aquele esforço valeu a pena. Minha vida mudou radicalmente outra
vez, embora a luta continue. Vou começar aula de Pilates e tentar ganhar massa
muscular para recuperar o equilíbrio. Também quero servir de exemplo a outras
pessoas. Por favor, não desistam!”
Maurício Ribeiro, 47 anos, ex-policial que voltou a andar após ser submetido à terapia com células-tronco
Uma notícia impressionante surpreendeu o Brasil em 2011: o ex-policial baiano Maurício Ribeiro, 47 anos, paraplégico há nove, recuperou parte dos movimentos das pernas e voltou a andar com a ajuda de aparelhos. A façanha foi resultado de uma experiência liderada por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na Bahia, e tornou-se uma das primeiras a demonstrar resultados efetivos de terapias à base de células-tronco para tratar lesões na medula espinhal.

Em 2012, a esperança é de que outros pacientes obtenham o mesmo sucesso de Maurício. O estudo terapêutico será levado a outros oito centros do País , financiados pelo Ministério da Saúde e BNDES. Ao todo, estima-se que 200 brasileiros farão parte da pesquisa. Além do existente na Bahia, serão quatro laboratórios em São Paulo (um no interior) e outros em Curitiba, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O custo por paciente, que será pago pelo governo, será de aproximadamente R$ 20 mil.

Embora os cientistas tentem frear o otimismo promovido pe­la recuperação de Maurício – os pesquisadores receberam de­zenas de pedidos de outros pacientes para serem submetidos à terapia –, os resultados apontam que o tratamento com células-tronco já é uma realidade no Brasil. Na própria Fiocruz de Salvador, os pesquisadores também tiveram sucesso com a aplicação dessas estruturas para a regeneração do fígado em casos de cirrose hepática. Outro trabalho, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, apresentou progressos animadores no tratamento de paralisias decorrentes de acidente vascular cerebral. No experimento do qual fez parte o ex-policial, todos os pacientes apresentaram uma melhora sensível na qualidade de vida após o implante de células-tronco, embora o único a ter dado alguns passos tenha sido Maurício. “Mas a maioria conseguiu sentir as pernas, alguns ficaram de pé e outros começaram a controlar as funções da bexiga e do esfíncter”, diz Ricardo Ribeiro dos Santos, coordenador do projeto.

Os participantes do estudo são pacientes que perderam a conexão entre o cérebro e os membros inferiores após grave lesão na medula espinhal. “Não é possível verificar, mas acreditamos que conseguimos recuperar parte dessa conexão”, diz Milena Botelho, uma das pesquisadoras do projeto da Fiocruz. Além da paralisia, a lesão provoca diminuição da força, perda da sensibilidade e do controle sobre o intestino e a bexiga. O implante de célula-tronco pode ser realizado seis meses após o início da paraplegia, quando o quadro do paciente já se encontra estável.

No procedimento, células-tronco mesenquimais (já adultas) são retiradas da medula óssea presente no osso do quadril, cultivadas durante 30 dias e aplicadas no paciente diretamente no local da lesão medular por meio de um procedimento cirúrgico. “Acredita-se que essas células se integram às da lesão, sendo capazes de regenerá-las”, disse à ISTOÉ a pesquisadora Aileen Anderson, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Em 2005, ela conseguiu o mesmo feito da pesquisa brasileira, mas em ratos.

Apesar de os cientistas acreditarem que parte da lesão deixou de existir, a recuperação desses pacientes não é homogênea. “Cada um responde de uma maneira. Uma célula é diferente da outra. Algumas envelhecem mais rápido”, explica Santos. O trabalho, realmente, é intenso. Junto com pesquisadores, outros profissionais participam do projeto. Fisioterapeutas, neurocirurgiões, hematologistas, especialistas em dor, cardiologistas, infectologistas, educadores físicos e nutricionistas se revezam para acompanhar a evolução dos participantes.

A fisioterapia é a mais trabalhosa, já que a paralisia provoca atrofiamento dos músculos. Por isso, são necessárias duas sessões de exercícios por dia para fazer com que os músculos sustentem o corpo novamente. “Elaboramos um programa especial para essa recuperação”, explica a fisioterapeuta Cláudia Bahia, da Clínica de Atenção à Saúde, responsável pelo acompanhamento de Maurício. “Ele ajuda o paciente a ultrapassar os limites antes impostos pela paralisia.”

Beatriz Padovan: “Da curiosidade à vontade de ajudar”




Fonoaudióloga e criadora do método Padovan, Beatriz já viajou o mundo divulgando como ajudar pacientes com síndromes, paralisia cerebral e acidente vascular cerebral

A professora Iolanda Bezerra Costa, fonoaudióloga e terapeuta neurofuncional, afirma ser uma “discípula” de Beatriz Alves de Edmir Padovan – ou somente Beatriz Padovan, como é conhecida a baiana que, na década de 1970, criou o Método Padovan de Reorganização Neurofuncional. A aplicação deste método estimula o Sistema Nervoso Central e o Periférico (e, consequentemente, todos os outros sistemas que deles dependem), através de exercícios corporais passivos ou ativos que recapitulam os movimentos neuroevolutivos da marcha-deslocamento, das mãos, dos olhos e das funções orais reflexas, estimula-se a uma reorganização neurofuncional e consequentemente um fortalecimento de todo o sistema nervoso, promovendo uma possibilidade de maior eficácia, operacionalidade e funcionamento do indivíduo face a si mesmo e ao ambiente ao qual deve adaptar-se constantemente. Esses exercícios, que lembram os movimentos naturais do bebê – desde o útero até o andar (pedalar ou espernear, rolar, rastejar, engatinhar, sentar e andar) –, quando aplicados respeitando-se sua sequência natural, promovem grandes benefícios em todos os quadros de falhas no desenvolvimento normal do ser humano, inclusive no autismo.
Iolanda Costa atualmente é coordenadora do Centro Carioca do Método Padovan (Cecamp), na cidade do Rio de Janeiro, e supervisiona a aplicação do método em várias cidades brasileiras e também no exterior, como Marrocos e França.
Em entrevista à Revista Autismo, Iolanda, que também é especialista em Disfagia pelo Método Padovan, contou um pouco sobre sua experiência profissional na aplicação do método nos casos de autismo.

ENTREVISTA

Revista Autismo – Como o Método Padovan pode ajudar no tratamento do autismo?

Iolanda Costa – Para nós, terapeutas e discípulas Padovan, não é a falta de cuidados maternos que faz com que uma criança se torne autista. Muito já se disse sobre isso para os pais, e, para eles, têm sido motivo de grande tristeza serem responsabilizados pelo quadro de autismo dos filhos, o que não é verdadeiro. O certo é que o indivíduo autista tem grandes alterações nas suas percepções sensoriais. Podemos exemplificar de forma simples: o autista enxerga bem e não nos vê; escuta bem, mas não nos ouve; pode falar e não nos diz nada; e pode também ter uma grande alteração no sentido do movimento (sentir necessidade de estar com brinquedos que giram, por exemplo). Até mesmo o sentido do tato pode estar alterado, e muitos, quando se machucam, parecem não sentir nada. Alguns deles até se auto-agridem, sem demonstrar qualquer tipo de expressão facial de dor.
Utilizando o Método Padovan, nós estaremos fortalecendo o sistema nervoso como um todo e, consequentemente, promovendo o equilíbrio entre todos os sentidos. Equilíbrio sim, porque muitos dos sentidos podem estar debilitados e outros exacerbados. Temos como um dos princípios básicos o respeito à sequência dos movimentos da neuroevolução natural, que deve ser seguida e respeitada. Esses movimentos corporais que aplicamos são os mesmos que qualquer ser humano usa para se desenvolver durante seu primeiro ano de vida, estão na memória genética das células nervosas e dependem da maturação do Sistema Nervoso Central.
As funções reflexo-vegetativas orais, que também são estimuladas na terapia Padovan, são quatro: sugar, mastigar, respirar e deglutir. Elas são consideradas funções pré-linguísticas, ou seja, todos nós dependemos de que elas estejam fortalecidas e sincronizadas entre si para que a fala articulada se efetue adequadamente. O que fazemos de maneira natural, e sem nos deter nos sintomas, é apenas reorganizar, recapitular, o processo da neuroevolução através dos movimentos, que são inerentes à própria evolução humana.

RA – Há casos de alta (ou recuperação) de pessoas com autismo submetidas ao Método Padovan?
IC – Temos inúmeros casos de crianças e jovens que conseguiram superar todas as suas dificuldades e hoje estão completamente inseridos na sociedade, tendo um comportamento adequado. Isso tem ocorrido tanto no Brasil quanto no exterior. Houve até um caso de um menino com autismo grave que se recuperou a ponto de conseguir se formar em uma faculdade. As primeiras mudanças que pude observar na minha prática clínica, nos casos das crianças portadoras de autismo, foram o início do contato visual, a melhora na qualidade do sono e a aceitação de convívio social.

RA – Qual a ligação do Método com a Fonoaudiologia?
IC – Beatriz é graduada em Fonoaudiologia. Durante muitos anos foi pedagoga Waldorf e, desde que criou seu próprio método, não utiliza as técnicas fonoaudiológicas acadêmicas convencionais. Hoje em dia, diversos profissionais da área da saúde (tanto no Brasil como no exterior) se dedicam à aplicação do Método Padovan. Além de fonoaudiólogos, temos psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e até médicos e dentistas. A procura pela formação no Método Padovan tem sido cada vez maior, principalmente no exterior (Alemanha, Áustria, Espanha, França, Grécia, Suíça, Canadá, Índia, Marrocos e Tunísia), onde Beatriz e sua filha, a médica Sônia Padovan Catenne, ministram vários cursos. Essa procura pela formação iniciou-se em 1979, em Stuttgart (Alemanha), a convite do médico Otto Wolf, após ter assistido uma palestra sobre o método em São Paulo.

RA – Os pais podem aplicar o Método ou fazer algo que contribua em casa?
IC – Os pais, quando bem orientados por profissionais Padovan, são nossos maiores colaboradores. Normalmente não são solicitados exercícios para serem realizados em casa, mas, durante o atendimento com o profissional, é muito importante a ajuda e participação dos pais, sempre que estiverem disponíveis para isso. A criança nunca é tratada afastada dos pais, nunca se trabalha de portas fechadas, e toda a atuação pode e deve ser observada pelos familiares.
Neste mês, estou sendo chamada para ir à Tunísia, para também tratar, dar supervisão e orientar o tratamento do autismo, com crianças e jovens atendidos exclusivamente com o Método Padovan.

RA – Como posso encontrar um profissional que aplique o método em minha cidade ou próximo?
IC - Em São Paulo, nas Clínicas Padovan (www.padovan.pro.br), existe um cadastro dos profissionais que receberam formação e que se mantém atualizados na aplicação do Método Padovan.

Iolanda Bezerra Costa atende no Centro Carioca do Método Padovan (Cecamp, www.cecamp.net) e seu e-mail éiolanda.cecamp@gmail.com

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Crianças Especiais - O Tratamento deve ter como objetivo ficar em pé e caminhar?

Essa publicação foi retirada do blog http://amadurecendocomsaude.blogspot.com é do ortopedista Mauricio Rangel.  


  São muitas as causas que tornam uma criança portadora de necessidades especiais:

- Paralisia cerebral
- Mielomeningocele
- Síndrome de Down
- Autismo
- Artrogripose
- Síndromes genéticas
- Doenças metabólicas
- Distrofias musculares
(entre outras)

  Em alguns casos, apesar de todas as pesquisas diagnósticas, a causa permanece desconhecida. Mas, independente da causa, uma característica comum das nossas queridas crianças especiais é o atraso no desenvolvimento motor e o acometimento musculoesquelético. Algumas, além do comprometimento motor, têm o envolvimento intelectual, mas independente disso, os objetivos do tratamento  não são modificados.

  Quando um ortopedista pediátrico avalia uma criança especial é fundamental que estabeleça com a família um prognóstico do desempenho motor da criança, pois frequentemente isso é um motivo de preocupação dos pais.

Meu filho terá independência para locomoção? 



  Dados como o diagnóstico primário, as patologias associadas e, principalmente, o grau de comprometimento corporal nos permitem dizer qual será a expectativa motora da criança, e com isso traçar um plano de tratamento que priorize as reais necessidades de cada criança.

Como classificar a capacidade motora de cada criança?

  Hoje em dia existe o que chamamos de classificação motora funcional que estabelece o tipo de locomoção da criança levando em consideração o local onde estiver - ou seja, como se desloca no domicílio (5m); como se desloca na escola (50m); como se desloca na comunidade (500m).
Obs. Essa classificação é usada para comunicação entre os profissionais envolvidos no tratamento.

Quais os tipos de marcha existentes?

- As crianças que têm expectativa de caminharem livremente fora do ambiente domiciliar, com ou sem auxilio de aparelhos (conhecidos como órteses, muletas ou andador), são as que têm marcha comunitária.

- As crianças que conseguem caminhar pequenas distâncias em casa, sempre com algum tipo de auxilio - seja de um familiar, apoiando em mobília ou parede - são as que têm marcha domiciliar, conseguindo fazer as transferências da cadeira para outros cômodos, e sendo cadeirantes para maiores distâncias.

- As crianças que só conseguem ficar em pé nas sessões de fisioterapia, com auxilio da profissional, e trocam passos só durante o treinamento fisioterápico exclusivamente, são conhecidas como tendo marcha funcional.

- As crianças que não conseguem qualquer tipo de marcha são as cadeirantes, não andadoras. Geralmente são crianças com envolvimento corporal total e tem pouco controle para sustentar a cabeça.

Qual o objetivo do tratamento ortopédico? 

  A abordagem ortopédica é independente do tipo de marcha previsto.


  O Principal é permitir que as articulações permaneçam bem alinhadas para possibilitar a criança seu desempenho motor dentro da expectativa do seu quadro neurológico. Portanto, articulações que perdem sua amplitude de movimento e deformam impedindo que a criança adote a postura ereta, devem ser corrigidas. Então quadris que não esticam, joelhos que ficam rígidos em flexão e pés que ficam rígidos para baixo (postura chamada equino) ou rígidos para cima (postura chamada de talismo), precisam de tratamento sem o qual será impossível permitir a postura ereta e o treino para deslocamento motor.

  Corrigir deformidades estigmatizantes, não só para a criança como também para sua família. Afinal, independente do quadro motor, por que deixar pés deformados e condena-los a não usarem calçados adequados como todas as outras crianças? Por que deixar que punhos e mãos fiquem deformados grosseiramente, dificultando inclusive o vestuário da criança, uma vez que vestir camisa se torna difícil, além de dificultar a higiene nas pregas da pele. A coluna vertebral também precisa ser tratada e correções de deformidades (escolioses) são fundamentais para manter o equilíbrio do tronco sentado e permitir o bom desenvolvimento respiratório.

  Os quadris são articulações nobres, muito importantes, pois são submetidos a desequilíbrio dos músculos com tendência ao deslocamento e o tratamento preventivo e reconstrutivo é fundamental em manter a pelve nivelada, permitindo a postura ereta. Além de impedir quadros dolorosos, se não tratados, que prejudicam muito a qualidade de vida das nossas crianças. Além disso, contraturas nos quadris dificultam a abertura de pernas para as trocas de fralda e higiene perineal, dificultando muito a vida da criança e dos seus cuidadores.

Porque investir no posicionamento em pé?

São muitos os benefícios:

Melhora na qualidade óssea, impedindo a osteoporose por desuso e diminuindo os riscos de fraturas por trauma de baixa intensidade.

Permitir troca de passos e treino de marcha sempre com fisioterapeuta capacitado

Melhora na capacidade cardiovascular e respiratória.

Melhora no equilíbrio do tronco.

Melhora na autoestima da criança que consegue se comparar com todas as outras quando consegue ficar em pé.


O ORTOPEDISTA E O FISIOTERAPEUTA

Qual o papel de um, e onde entra o outro? A importância da parceria.

  No início da vida o tratamento fisioterápico é fundamental, permitindo que a criança alcance os marcos do desenvolvimento. Porém, em determinado momento da vida, mesmo com toda fisioterapia regular prescrita, as crianças param de adquirir ganhos motores. Essa é a história natural habitual. Coincide com o surgimento de deformidades articulares fixas que não são vencidas só com a fisioterapia. É nesse momento que as cirurgias ortopédicas têm seu papel fundamental no tratamento. As correções cirúrgicas em múltiplos níveis permitem a criança ter suas contraturas corrigidas e com isso retomar seus ganhos motores. A cirurgia muda a história natural do desempenho motor para melhor. A criança ganha aptidões.

  Cabe ao fisioterapeuta identificar seu limite, reconhecendo até onde vai o seu papel e ser parceiro do cirurgião ortopedista no trabalho multidisciplinar nas indicações, entendendo os benefícios que a cirurgia proporcionará a criança, sabendo que no pós operatório a fisioterapia será retomada com muito mais facilidade.

  O tratamento é longo, os cuidados são constantes e os bons resultados só ocorrem com a combinação de fisioterapia e cirurgia ortopédica nos momentos adequados.

  Invistam em seus filhos, mesmo aqueles cuja expectativa é serem cadeirantes para longas distâncias. Ficar em pé e trocar passos, mesmo em pequenas distâncias, faz diferença e facilita a vida da criança. Tratem, permitam-os crescerem sem deformidades, mantendo suas articulações protegidas, sem dor e bem posicionadas.

  Não se contentem com profissionais que contra-indicam qualquer tratamento só pelo fato de serem crianças cadeirantes. Não percam a esperança. Podemos oferecer MUITO para melhoria da qualidade de vida dos nossos pacientes ESPECIAIS.

Dr . Maurico Rangel - nosso  ortopedista! 
Ilha do Governador
Rua Cambaúba, 269
Tel: 2468-1050

Petrópolis
Av. Portugal,236
Tel: (24)2006-0560/ (24)2242-4907
 

Luiza minha vida , meu amor !