Luiza,nosso pingo de Luz ! Ajude você também !
Com ajuda de todos, o nosso sonho de ver a Lulu andando se tornará realidade! Doe o que puder, de acordo com a sua possibilidade e juntos, com fé, conseguiremos ir a China realizar o tratamento com celulas tronco . Divulgue este blog e a nossa história para todos seus amigos. Um ato de Amor pode salvar vidas !
Leia com atenção , amor e carinho !
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O nosso objetivo é levar a Luiza a fazer o tratamento com células tronco na China!Conto com todos para angariarmos fundos e juntos realizar o sonho do nosso pingo de luz que é andar!
O valor do tratamento de células tronco na China é de aproximadamente 32.300 dólares (para 8 aplicações que é o máximo) fora despesas extras ... Precisamos da sua ajuda sem você nada poderá ser realizado!
Saiba mais sobre o tratamento: http://tratamentocomcelulastronco.com/
quarta-feira, 16 de maio de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
A esperança da célula-tronco chega a mais brasileiros
Olha que maravilha esta chegando a nós brasileiros !!!! Basta saber claramente como se inscrever e quais critérios utilizados para escolha .
Pq até agora não testaram em crianças ? Sendo que as crianças que ainda não estão tão atrofiadas tema perspectiva de uma evolução mais rápida e eficaz , não acham??

"Não desistam! Caí de uma laje há nove anos e fui obrigado a aceitar que nunca
mais voltaria a andar. Mas não me descuidei e continuei com a fisioterapia. Hoje,
vejo que todo aquele esforço valeu a pena. Minha vida mudou radicalmente outra
vez, embora a luta continue. Vou começar aula de Pilates e tentar ganhar massa
muscular para recuperar o equilíbrio. Também quero servir de exemplo a outras
pessoas. Por favor, não desistam!”Maurício Ribeiro, 47 anos, ex-policial que voltou a andar após ser submetido à terapia com células-tronco
Em 2012, a esperança é de que outros pacientes obtenham o mesmo sucesso de Maurício. O estudo terapêutico será levado a outros oito centros do País , financiados pelo Ministério da Saúde e BNDES. Ao todo, estima-se que 200 brasileiros farão parte da pesquisa. Além do existente na Bahia, serão quatro laboratórios em São Paulo (um no interior) e outros em Curitiba, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O custo por paciente, que será pago pelo governo, será de aproximadamente R$ 20 mil.
Embora os cientistas tentem frear o otimismo promovido pela recuperação de Maurício – os pesquisadores receberam dezenas de pedidos de outros pacientes para serem submetidos à terapia –, os resultados apontam que o tratamento com células-tronco já é uma realidade no Brasil. Na própria Fiocruz de Salvador, os pesquisadores também tiveram sucesso com a aplicação dessas estruturas para a regeneração do fígado em casos de cirrose hepática. Outro trabalho, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, apresentou progressos animadores no tratamento de paralisias decorrentes de acidente vascular cerebral. No experimento do qual fez parte o ex-policial, todos os pacientes apresentaram uma melhora sensível na qualidade de vida após o implante de células-tronco, embora o único a ter dado alguns passos tenha sido Maurício. “Mas a maioria conseguiu sentir as pernas, alguns ficaram de pé e outros começaram a controlar as funções da bexiga e do esfíncter”, diz Ricardo Ribeiro dos Santos, coordenador do projeto.
Os participantes do estudo são pacientes que perderam a conexão entre o cérebro e os membros inferiores após grave lesão na medula espinhal. “Não é possível verificar, mas acreditamos que conseguimos recuperar parte dessa conexão”, diz Milena Botelho, uma das pesquisadoras do projeto da Fiocruz. Além da paralisia, a lesão provoca diminuição da força, perda da sensibilidade e do controle sobre o intestino e a bexiga. O implante de célula-tronco pode ser realizado seis meses após o início da paraplegia, quando o quadro do paciente já se encontra estável.
No procedimento, células-tronco mesenquimais (já adultas) são retiradas da medula óssea presente no osso do quadril, cultivadas durante 30 dias e aplicadas no paciente diretamente no local da lesão medular por meio de um procedimento cirúrgico. “Acredita-se que essas células se integram às da lesão, sendo capazes de regenerá-las”, disse à ISTOÉ a pesquisadora Aileen Anderson, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Em 2005, ela conseguiu o mesmo feito da pesquisa brasileira, mas em ratos.
Apesar de os cientistas acreditarem que parte da lesão deixou de existir, a recuperação desses pacientes não é homogênea. “Cada um responde de uma maneira. Uma célula é diferente da outra. Algumas envelhecem mais rápido”, explica Santos. O trabalho, realmente, é intenso. Junto com pesquisadores, outros profissionais participam do projeto. Fisioterapeutas, neurocirurgiões, hematologistas, especialistas em dor, cardiologistas, infectologistas, educadores físicos e nutricionistas se revezam para acompanhar a evolução dos participantes.
A fisioterapia é a mais trabalhosa, já que a paralisia provoca atrofiamento dos músculos. Por isso, são necessárias duas sessões de exercícios por dia para fazer com que os músculos sustentem o corpo novamente. “Elaboramos um programa especial para essa recuperação”, explica a fisioterapeuta Cláudia Bahia, da Clínica de Atenção à Saúde, responsável pelo acompanhamento de Maurício. “Ele ajuda o paciente a ultrapassar os limites antes impostos pela paralisia.”
Beatriz Padovan: “Da curiosidade à vontade de ajudar”
ENTREVISTA
Revista Autismo – Como o Método Padovan pode ajudar no tratamento do autismo?
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Crianças Especiais - O Tratamento deve ter como objetivo ficar em pé e caminhar?
Essa publicação foi retirada do blog http://amadurecendocomsaude.blogspot.com é do ortopedista Mauricio Rangel.
Dr . Maurico Rangel - nosso ortopedista!



